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Transporte e Circulação

Agentes da EPTC ajudam em parto dentro de um carro

16/05/2019 13:06
Luciano Lanes/PMPA
EPTC
Nesta quinta, os agentes visitaram a mãe e o bebê na maternidade do Hospital

Os agentes de trânsito da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Roberta Anginoni e Norberto Esquiavoni, visitaram, nesta quinta-feira, 16, na maternidade do Hospital Conceição, a dona de casa Martina Neumann dos Santos. Nesta quarta-feira, 15, a agente Roberta auxiliou, junto com Noberto, no trabalho de parto de Martina, quando nasceu o menino Ícaro Valentim. O fato ocorreu no início da tarde, dentro de um carro em frente ao Hospital, depois de um tenso, mas rápido deslocamento por corredores de ônibus de avenidas da zona Norte da cidade.

Durante o encontro na maternidade, Martina, que já é mãe de outros dois meninos, Gustavo, 6, e Guilherme, 8, contou toda a sua aventura no deslocamento de sua casa até o hospital. “Não deu para esperar a volta do meu marido, que tinha saído para levar às pressas os nossos dois filhos até a casa de um parente. As dores aumentaram muito e pedi a ajuda de um vizinho que tem carro. Só deu tempo para chegar na frente do hospital, porque encontramos a viatura da EPTC. Eles foram abrindo caminho pelo trânsito. O nenê nasceu bem na entrada do Conceição. A Roberta acolheu o Ícaro nos seus braços e colocou o menino no meu peito. Foi um momento incrível.”

Entre abraços com a mãe e o olhar carinhoso sobre o nenê, a agente Roberta, que tem duas filhas, Helena, 6 anos, e Rafaela, 5, disse que esta foi uma das maiores emoções de sua vida. “Estávamos em deslocamento pela Baltazar de Oliveira Garcia, quando um carro parou ao nosso lado. O cidadão gritou lá de dentro que a criança estava nascendo. Tenho curso de primeiros socorros e examinei a mãe. Eu vi que dava para chegar ao hospital. Usamos os corredores de ônibus, e o parto ocorreu na rampa de acesso ao Conceição. Meu colega, o Norberto, entrou correndo no hospital para chamar os enfermeiros, enquanto eu acomodava o menino no peito da mãe. No final, deu tudo certo, para ela e para o menino. Quando cheguei em casa, contei toda a história para as minhas filhas. Elas ficaram espantadas, mas muito felizes. Assim como eu.”

 

 

 

 

Claudio Furtado

Fabiana Kloeckner